terça-feira, 30 de dezembro de 2014





Feliz Ano Novo!

Mais uma etapa concluída, mais um ano que passou!
Que você tenha conseguido
aproveitar tudo de bom que Deus lhe ofereceu.

Desejo na paz de Deus
que você possa sempre
encontrar o seu caminho e que
este caminho seja trilhado com muita fé,
para que cada vez mais você possa acreditar 
nesse sentimento capaz de transpor obstáculos e ser feliz.

Coragem para assumir e enfrentar as dificuldades, 
perseverança para que jamais desista
ou desanime dos seus sonhos,
esperança para que a cada novo dia
possa a ver novos horizontes.

Que as mãos de Deus guiem sua vida 
para que essa transporte em paz, 
harmonia, saúde e alegria!...

É tudo que lhe desejo neste ano que está começando.

Você é especial! Feliz Ano Novo!

Desconheço o autor

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Espera viglante


Espera Vigilante
Advento é um dos tempos do Ano Litúrgico e pertence ao ciclo do Natal. Advento é uma palavra latina que deriva de advir e que significa chegada, vinda, começo. É o tempo de espera e preparação para a festa maior da cristandade: a comemoração do nascimento do grande Redentor da humanidade . É tempo de espera d’Aquele que há de vir.
            O Advento é um tempo de alegria, esperança, vigilância e conversão. O Advento é marcado pela atitude de “espera vigilante”, para que possamos captar todos os sinais que Deus vai nos revelando..
            A “vigilância” é o convite a estarmos preparadas (os) para acolher Jesus Cristo a qualquer momento e responder ao seu Projeto de diversas formas, conforme é solicitado.
               O verdadeiro espírito de Natal traz sentimentos: como a fraternidade, o amor, a compaixão, a solidariedade, a simplicidade, e não acontece nas cores e brilhos externos, mas no interior de cada um, de cada uma.
              Luzes, enfeites, presentes, mesa farta, festas, Papai Noel, o Natal de hoje se transformou num grande evento e, como as outras festas religiosas e tradicionais, tem cada vez mais se distanciado do seu verdadeiro significado. O que se vê é o materialismo e o consumismo tirando cada vez mais espaço da essência das festas anuais.
       O Advento prepara-nos para a luz e alegria do Natal – Deus no meio de nós.. Um fio condutor: presença de Deus.
As figuras do advento, presente nas leituras bíblicas, são: o profeta Isaías, João Batista, Maria e José.
a) ISAÍAS: 
           É o profeta da esperança para o povo de Deus. É o profeta que, durante os tempos difíceis do exílio do povo eleito, levava a consolação e a esperança. 
               Deus quer nos modelar (Isaías 63,16-17.19; 64,2-7).
              "O Deus que cuida de nós como oleiro. O profeta diz que Deus é um oleiro. O vaso que não permite ser modelado, infelizmente, tem que ser jogado fora. A palavra "barro", "oleiro" e "obra" estão no singular, porque Deus quer trabalhar com cada um pessoalmente". 

b) JOÃO BATISTA 
               É o último dos profetas e segundo o próprio Jesus, "mais que um profeta", "o maior entre os que nasceram de mulher", o mensageiro que veio diante d’Ele a fim de lhe preparar o caminho, anunciando a sua vinda (cf. Lc 7, 26 – 28), pregando aos povos a conversão, pelo conhecimento da salvação e perdão dos pecados (Lc 1, 76s).
              A figura de João Batista ao ser o precursor do Senhor e apontá-lo como presença já estabelecida no meio do povo, encarna todo o espírito do Advento; por isso ele ocupa um grande espaço na liturgia desse tempo, em especial no segundo e no terceiro domingo.
          João Batista é o modelo dos que são consagrados a Deus e que, no mundo de hoje, são chamados a serem profetas e as próprias profecias do reino, bem como as vozes no deserto e caminho que sinaliza para o Senhor, permitindo, na própria vida, o crescimento de Jesus e a diminuição de si mesmo, levando, por sua vez as pessoas a se despertarem do torpor do pecado.

c) MARIA, A MÃE DE JESUS
                 Não há melhor maneira de se viver o Advento que unindo-se a Maria como mãe, grávida de Jesus, esperando o seu nascimento. Assim como Deus precisou do "sim" de Maria, hoje, Ele também precisa do nosso "sim" para poder nascer e se manifestar no mundo; assim como Maria se "preparou" para o nascimento de Jesus, a começar pele renúncia e mudança de seus planos pessoais para sua vida inteira, nós precisamos nos preparar para vivenciar o Seu nascimento em nós mesmos e no mundo,

d) JOSÉ, ESPOSO DE MARIA
               Nos textos bíblicos do Advento, se destaca José, esposo de Maria, o homem justo e humilde que aceita a missão de ser o pai adotivo de Jesus. Ao ser da descendência de Davi e pai legal de Jesus, José tem um lugar especial na encarnação, permitindo que se cumpra em Jesus o título messiânico de "Filho de Davi".José é justo por causa de sua fé, modelo de fé dos que querem entrar em diálogo e comunhão com Deus.

            “Iniciemos nossa caminhada em preparação do Natal dispostos a nos deixar moldar por Deus como o barro nas mãos do oleiro... A liturgia nos faz forte apelo à vigilância, convida-nos a estar acordados e atentos, pois o Senhor vem nos visitar. Abramos a mente e o coração para acolher a graça e a paz que vêm da parte de Deus”!..
(Fontes diversas Internet)

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

O que Deus me pede




O que Deus me pede

Entregar no dia-a-dia
seu ser pecador
nos braços ternos do Deus Trindade
que me acompanha,
acolhe,
 perdoa e guia. 
Quero me deixar conduzir pelo seu amor
desde o sol nascer
até o dia declinar. 
Desejo que cada passo meu seja dado
no seguimento de Jesus,
peregrinando sempre com o peregrino Jesus.
Quem sou eu para você?
Eis a tua pergunta em cada etapa da vida.
Qual o sentido da cruz?
Símbolo do amor sem limites!
Amor que não foge,
não desanima,
 não pára
nem se deixa vencer. 
Amor que dá a vida,
amor comunhão,
presença amiga que faz vencer a tristeza,
enfrentar a injustiça
e transfigurar a morte...
Acredita em mim!
Segue-me!


Manuel Eduardo Iglesias, SJ

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Cantar o louvor pela misericórdia



Cantar o louvor pela Misericórdia

1. Prepare o seu coração para o encontro com a Trindade... Procure um lugar tranqüilo. Aquiete... Sua mente... Sua vontade... Seu coração... Respire lenta e profundamente algumas vezes. Invoque o Espírito Santo para que ele ilumine e conduza este momento de oração.
2. Pedido da graça: - Luz para reconhecer as marcas da ternura e amor de Deus ao longo da minha história, mesmo
Quando não fui fiel à sua aliança comigo.
3. Textos iluminativos:
·        Mc 10, 45-52 – Que queres que te faça?
·        Salmo 102 (103 - “ ... não esqueças nenhum de seus favores”.
O caminho é longo, fatigante. É próprio do caminheiro cair, ferir-se. O que importa é não permanecer sob o peso de nossos pecados... é preciso levantar-se e continuar o caminho até chegar à meta.
O ser humano está sujeito a quedas, a rupturas, a quebras, a buscas  em  outras  fontes  que  não  vivificam  a  Aliança, mas, pelo contrário, afastam–no  dela.
O Deus que se nos revela é a misericórdia que assume a nossa miséria. Alguém que é capaz de entrar no coração de uma pessoa que precisa de cura, que está em situação difícil e precisa de ajuda. 
O próprio Deus se comove com a miséria humana e vem ao encontro de pessoa, quando esta rompe a Aliança com Ele, para resgatar, dentro de seu coração, o selo do amor rasurado, borrado, sujo ou rasgado. Ele abre seus braços e espera a pessoa, para acolhê-la e banhá-la no manancial do seu amor: “Derramarei sobre vocês uma água pura, e vocês ficarão purificados  ( Ez 36, 25 – 27 ).
         O nosso coração necessita dialogar com Deus, superar o materialismo que nos escraviza e revestir-nos do amor que não tem fim.
O cego Bartimeu não ia nem para frente e nem para trás. Estava à margem. A passagem de Jesus foi alguma coisa na vida do cego. O encontro foi libertador. Ele lança fora a capa, levantando-se de um salto, vai para o Cristo.
 – Que queres que eu te faça ? – Senhor, que eu veja ! Eu quero o teu espírito. A presença de Jesus se tornava uma exigência de libertação para o cego. Por isso, nada mais o conteve: “Jesus, Filho de Davi, tem compaixão de mim!”
         Deus não me ama porque  sou “cheio/a de graça”, mas me ama para que eu o seja. Posso mudar. Ficar mudada/o porquê Deus me encontrou, me interpelou, porque o seu grande AMOR me modificou.
Com um coração agradecido, trace a linha histórica de sua vida. Procure identificar e contemplar o toque do AMOR DE DEUS.  Reconhecer nos anos de vida já passados, as marcas do AMOR de DEUS deixadas como rastros na areia de sua história.

Que o Senhor, ilumine nosso coração e mente e nos dê coragem de dar um mergulho de qualidade em nosso interior. .Ao ouvir a voz de Jesus: “Venha”!  Aproxime-se e deixe-se curar por Ele. Deixe-se tocar por Ele, por seu olhar, para poder ouvir a voz de Jesus que lhe diz: - Que queres que eu te faça ?

         E, ... o cego foi seguindo Jesus pelo caminho. Entrou agora em uma nova dimensão do Cristo: - Jesus, o Bom Pastor.

Fazer memória da oração:
· O que mais me tocou nesta oração?
· Que sentimento predominou em mim?
· Senti algum apelo, desejo, inspiração?
· Tive alguma dificuldade ou resistência?

      . Agradeça as marcas que o Senhor foi deixando em seu coração, louve, suplique, fale de sua vida... Reze um Pai-Nosso, Ave-Maria. Glória ao Pai ou Alma de Cristo. Renove sua fidelidade ao Senhor. Anote, brevemente, no seu caderno-Vida o que foi mais importante na sua oração.

        Teresa Cristina Potrick

domingo, 31 de agosto de 2014



É preciso amar e perdoar em plenitude!

Perdoar a quem te feriu é um escândalo ou motivo de chacota para muita gente, pois, aos olhos humanos, parece injustiça e fraqueza. Muito se fala em perdão, mas pouco se vive o perdão.
O perdão é sempre louvável quando acontece com os outros: o Papa João Paulo II perdoou o atirador, que lindo! O pai perdoou o assassino da filha, que lindo! Mas quando é com você a coisa é diferente:
Ah comigo não tem perdão; nunca mais quero ver aquele que me magoou; nunca mais chegará perto da minha casa ou da minha família; comigo é assim: se me trata bem eu trato bem, mas se me trata mal eu odeio.
E assim a pessoa torna-se cada vez mais escrava de suas próprias promessas, afinal como alguém que jurou publicamente que jamais perdoaria irá se “rebaixar”?
Contudo, passa cada vez mais a querer justificar a sua atitude de não perdoar: fui muito ofendida(o) e magoada(o). Supervaloriza a situação ao máximo: aumenta, distorce e mente, sempre com o intuito de conseguir a aprovação dos outros para aquela atitude errada. O pior é que essas pessoas sempre vão ao encontro de pessoas, que assim como elas, cultivam a falta de perdão e o rancor, pois na verdade elas não querem uma opinião verdadeira que as façam refletir, elas precisam ser aceitas, precisam da auto-afirmação de que estão certas, mesmo que isso seja mentira.
Se alguém diz algo contrário, elas simplesmente criticam ou se afastam da pessoa, porque não querem ouvir a verdade, preferem o que é mais agradável e sempre é mais agradável, humanamente falando, ouvir que estamos certos.
Essa é a primeira diferença de quem perdoa e de quem não perdoa. Quem perdoa está preocupado em agradar a Deus, quem não perdoa está preocupada em agradar a si mesmo e aos outros.
Outra diferença não é a situação vivida, nenhuma situação é igual a outra e nenhuma pessoa é igual a outra, a diferença fundamental é o amor! E ninguém é capaz de dar aquilo que não se tem. Só é capaz de amar quem está repleto de amor! Só é capaz de perdoar quem está repleto de perdão! Quem está repleto de amor, perdoa e quem está repleto de perdão, ama. Amor e Perdão andam juntos. Amor e Perdão não são como o óleo e o vinagre que não se misturam, o Amor e o Perdão se fundem. Quem acha que é capaz de amar sem perdoar ou de perdoar sem amar engana-se a si mesmo.
O Papa João Paulo II, o pai e tantos outros só foram capazes de perdoar porque estavam repletos de Deus e de amor, pois Deus é amor!(cf I Jo 4, 16) Perdoaram porque tinham o desejo sincero de seguir os passos de Cristo: 
“Este é o meu mandamento:
amai-vos uns aos outros, assim como eu vos amei”. ( Jo 15, 12)
Só quem vive do amor de Deus fonte de perdão e paz é capaz de perceber que perdoar é escolher não pagar na mesma moeda; é desejar o bem; é orar àquele que te feriu. O próprio Jesus nos ensinou isso: “Ora, eu vos digo: Amai os vossos inimigos e orai por aqueles que vos perseguem”. (Mt 5,44)
Oração: 
Senhor, ensina-me a amar e perdoar;
Senhor, ensina-me a ser humilde;
Senhor, ensina-me a renunciar;
Senhor, ensina-me a seguir os teus passos com fidelidade.
Sim, Senhor, eu quero viver minha vida conforme a tua palavra;
Sim, Senhor, eu quero optar infinitamente pelo perdão e pelo amor;
Sim, Senhor, eu escolho a vida e não a morte.
Vem em meu auxílio, Senhor, pois sou fraco e pecador;
Tu és minha força, em ti desfaleço o meu viver;
Guia-me, Senhor, conforme a tua vontade. Amém!
Autor desconhecido



Deus é Pai

Quando o sol ainda não havia cessado seu brilho,
quando a tarde engolia aos poucos
as cores do dia e despejava sobre a terra
os primeiros retalhos de sombra
Eu vi que Deus veio assentar-se
perto do fogão de lenha da minha casa.

Chegou sem alarde, retirou o chapéu da cabeça
e buscou um copo de água no pote de barro
que ficava num lugar de sombra constante.

Ele tinha feições de homem feliz, realizado
parecia imerso na alegria que é própria
de quem cumpriu a sina do dia e que agora
recolhe a alegria cotidiana que lhe cabe.

Eu o olhava e pensava:
Como é bom ter Deus dentro de casa!
Como é bom viver essa hora da vida
em que tenho direito de  ter um Deus só pra mim.
Cair nos seus braços, bagunçar-lhe os cabelos,
puxar a caneta do seu bolso
e pedir que ele desenhasse um relógio
bem bonito no meu braço...

Mas aquele homem não era Deus,
aquele homem era meu pai.
E foi assim que eu descobri
que meu pai com o seu jeito finito de ser Deus
revela-me Deus
com seu
jeito infinito de ser homem.

Pe. Fábio de Melo