sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Boas Festas





Amigos Internautas,

Que a estrela principal do Natal, 
Jesus Cristo, 
seja uma luz a brilhar sempre na vida 
daqueles que o buscam!

Boas festas!
Um Santo e Feliz Natal!
Um Novo Ano repleto de alegrias, paz,
amor e esperança.
Que a Luz do Menino Deus, ilumine
cada um de seus passos em 2016!
É o que lhe deseja,
Teresa Cristina

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Celebrando o Natal de Jesus



CELEBRANDO O NATAL DE JESUS

* AMBIENTE- Uma mesa com o Menino Jesus, uma vela e Bíblia.

* DIRIGENTE- Como é bom estarmos aqui reunidos para esta Celebração de Natal em Família, quando Jesus veio morar entre nós.

* TODOS- Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém! 
* ACOLHIDA DA LUZ

* LEITOR 1-O povo que andava nas trevas viu uma grande Luz e aos que viviam na região da sombra da morte resplandeceu-se a luz ( Isaías 9,2)  ( Acende-se a vela que está na mesa )

*LEITOR 2- Acendendo esta vela, lembramos a Luz que ilumina nossas famílias e comunidades. Assim podemos ver melhor o outro e reconhecer os laços de afeto e familiares que nos unem.

* LEITOR 3- Assim acontece com a Palavra de Deus. Sua mensagem é LUZ para a nossa vida. Vamos escutá-la.

* LEITOR 4- EVANGELHO de JESUS CRISTO segundo Lucas 2, 1-20  

* LEITOR 1- Celebrando o Natal de Jesus, não são as luzes, os enfeites, o colorido das ruas, que lhe dão o sentido real. Não são as coisas exteriores que fazem o Natal acontecer.

* TODOS- O NATAL acontece dentro do coração da gente! Queremos nos comprometer com alegria em nossa vida familiar e comunitária, sendo alimento de vida nova para os outros.

* LEITOR 2- Agradecemos o grande Presente enviado por Deus Pai, para alegrar a humanidade. Ele é o Príncipe da Paz, o Senhor da História, JESUS!

* ORAÇÕES Espontâneas-

* DIRIGENTE- Que o Senhor misericordioso ilumine com sua LUZ a nossa vida e nos dê a Paz.

* TODOS- Demos graças a Deus!

  FELIZ NATAL e FELIZ ANO NOVO!

* CANTO- Noite Feliz!


* Abraço da PAZ!

Ir. Teresa Cristina Potrick, ISJ

quarta-feira, 25 de novembro de 2015




“Eu sou a voz que grita no deserto”

João é o “homem enviado por Deus”, o profeta, que testemunha e anuncia a chegada do Messias. Ele é como a sentinela que aguarda o sol despertar para gritar que o dia chegou. Ele veio como testemunha para dar testemunho da luz. Ele não era a luz, mas veio para ser testemunho da luz. 
Todos nós podemos ser como João Batista: testemunhas, discípulos(as) e missionários(as) de Jesus Cristo.
“Eu sou a voz que grita no deserto: endireitai os caminhos do Senhor” (Jo, 1 23).
“Eu sou a voz...” Sua voz está a serviço de Jesus. Não é uma voz que se exalta que se eleva, que louva a si mesmo.
O Advento nos convida a descer para a nossa interioridade, isto é para dentro da minha realidade, da “câmara do tesouro”. A voz revela a identidade da pessoa. A voz revela aquilo que o nosso interior está cheio.
Contemple as maravilhas que o Senhor realizou em você, em sua história e no mundo em que você vive. Deixe fluir em sua lembrança, experiências significativas em sua vida. Elas poderão servir de força, de coragem, incentivo para deixar transparecer a sua beleza interior que é única e irrepetível.

É necessário criar um clima interno para saborear e deixar-se acarinhar pela presença de Deus. Significa encontrar-se e encantar-se com o seu Senhor... uma vez que já fomos encontrados(as), alcançados(as) e aos poucos, vamos sendo transformados(as)...

Abrir espaço no coração, para que o Espírito Santo reze no intimo, é transformar-se em tocha de luz, que ilumina o caminho para Deus e para as necessidades dos irmãos.

São muitas as vozes que nos tocam e nos constituem. Às vezes, elas ressoam em nós como brisa suave, outras vezes ressoam como vendavais e tempestades, destruindo, arrasando, sufocando o entusiasmo da pessoa, afundando ainda mais, quem está no momento precisando de um estímulo, de uma palavra, de um novo elã para continuar seu caminho.

Há vozes que constroem e outras que destroem, umas comunicam calor e luz, outras que semeiam frieza, umas que infundem confiança e restituem o indivíduo a si mesmo e ao seu futuro, outras que o arrasam.
Voz descentrada ou voz centrada em si mesmo? Voz que fala de si mesmo ou voz aberta à realidade? Nossa voz está a serviço de quê? De quem? É voz que eleva e salva o outro, ou voz que critica, afunda? É voz que aponta para um sentido? Somos “voz de quem não tem voz”?

Nós, você, eu , todos fomos chamados(as) a ser “microfone de Deus”. Como João Batista, fomos chamados (as) a ser voz que anuncia e denuncia... “Voz daqueles que ninguém ouve”, “voz que anuncia a presença de Deus” pelos caminhos por onde passa... Voz de Deus nem sempre escutada; voz que hoje parece estar em silêncio. Voz de Deus que está ali, apontando para o novo, e parece que ninguém quer escutar. Contudo, nada o faz calar; sua presença irrompe por toda terra, expande a Voz da vida. 

Texto bíblico que pode iluminar: Jo 1,6-8.19 – 28.
Algumas questões poderão ajudar em nossa oração ou reflexão:

· Você está atento (a) ao que fala, o modo como fala, o tom e os sentimentos que sua voz expressa?

· Você consegue distinguir sua voz em contextos diferentes? É a voz que eleva ou que arrasa? Voz que acalenta ou voz que julga? Voz que anima ou afunda?

· Você deixa “ressoar” a Voz de Deus em sua voz? 

O Batista quer ser nosso companheiro, animando-nos a uma nova vida, renascida pela conversão e pelo desejo de deixar para trás aquilo que nos afasta do outro e que nos torna indignos de desatar as correias das sandálias do Senhor. Sejamos como João, vozes que clamam no deserto dos corações humanos, proclamando, com firmeza de fé, que o Senhor se faz presente entre nós!
Ir. Teresa Cristina Potrick, ISJ

sábado, 31 de outubro de 2015


E, assim, vamos causando transtornos




Durante a nossa vida causamos transtornos na vida de muitas pessoas,
porque somos imperfeitos. 
Nas esquinas da vida, pronunciamos palavras inadequadas,
falamos sem necessidade, 
incomodamos. 

Nas relações mais próximas, agredimos sem intenção ou intencionalmente.
Mas agredimos. 
Não respeitamos o tempo do outro, a história do outro. 

Parece que o mundo gira
em torno dos nossos desejos 
e o outro é apenas 
um detalhe. 

E, assim, vamos causando transtornos.
Esses tantos transtornos mostram que não estamos prontos, mas em construção.
Tijolo a tijolo, o templo da nossa história vai ganhando forma.
O outro também está em construção e também causa transtornos.

E, às vezes,
um tijolo cai e nos machuca. 
Outras vezes, 
é o cal ou o cimento que suja nosso rosto.
  
E quando não é um, 
é outro. 
E o tempo todo nós temos que nos limpar e cuidar das feridas,
assim como os outros que convivem conosco 
também têm de fazer. 

Os erros dos outros,
os meus erros. 
Esta é uma conclusão essencial:
todas as pessoas erram. 

A partir dessa conclusão, chegamos a uma necessidade 
humana e cristã: 
o perdão. 
Perdoar é cuidar das feridas e sujeiras.
É compreender que os 
transtornos são 

Que os erros dos outros são
semelhantes aos meus erros e que, 
como caminhantes de uma jornada, 
é preciso olhar adiante. 

Se nos preocupamos com
o que passou, 
com a poeira, 
com o tijolo caído, 
o horizonte deixará de ser contemplado. 

E será um desperdício. 
O convite que faço é que você experimente a beleza
do perdão. 
É um banho na alma! 
Deixa leve! 

Se eu errei,
se eu o magoei, 
se eu o julguei mal, 
desculpe-me por todos 
esses transtornos… 
Estou em construção! 

PAPA FRANCISCO

sexta-feira, 30 de outubro de 2015



A bênção do Deus Salvador
  (Salmo 66 )

1. Senhor  volta para nós teus olhar amoroso,
Cheio de bênção e de graça!
Que a luz da tua presença brilhe para nós.
Então teus caminhos serão conhecidos em toda terra,
E tua salvação, por todos os povos do mundo.

Para ti, Senhor, o louvor de todos os povos,
O louvor de todos os homens!

2. Alegrem-se e cantem as cidades e povoações,
Pois Tu, Senhor, com justiça julgas os povos,
E governas as nações da terra.

Para ti, Senhor, o louvor de todos os povos,
O louvor de todos os homens!

3. A terra deu o seu produto,
E o Senhor o tornou abundante!
Que assim Deus nos abençoe,
E o mundo inteiro o louvará!

Para ti, Senhor, o louvor de todos os povos,
O louvor de todos os homens!


Todos somos portadores de bênção...
Todos podemos bendizer,  dizer o bem, dizer bem.
Você já se sentiu portador(a) de bênção para os demais?
Deixe brotar no seu coração o desejo do bem,
da graça, da palavra que constrói,  do gesto amigo... 


 Autor desconhecido



sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Experiência do silêncio




A experiência do silêncio






Certa vez, um grupo de jovens foi visitar um monge anacoreta, que vivia sozinho no meio do mato, e passava o dia rezando, lendo a Bíblia e trabalhando. Tudo no maior silêncio.

Um dos visitantes perguntou-lhe:

- Que sentido tem essa vida de silêncio?

O monge foi com eles até a cisterna, desceu o balde e depois o subiu cheio, puxando pela carretilha. Pediu que os jovens olhassem para o fundo da cisterna, e perguntou:

- O que vocês vêem?

- Não vemos nada, apenas a água se mexendo, responderam.

O monge esperou a água ficar bem paradinha e pediu que olhassem novamente.

- O que vocês vêem agora?

- Vemos nossos rostos refletidos na água.

O anacoreta concluiu:

- Aí está o valor do silêncio. Nós vemos a nós mesmos, não só o rosto, mas o nosso interior.

Para gostarmos do silêncio interior, precisamos ter paz. Quem abafa a consciência com barulho, música, celular... fica velho antes do tempo. Muita gente corre do silêncio porque ele nos leva ao encontro conosco mesmos. No silencio, vemos o nosso rosto como realmente é.

Pessoas acostumadas a fazer silêncio interior conseguem isso até dentro de um ônibus ou andando numa rua movimentada.

“Na conversão e no silêncio sereis salvos, e na confiança está a vossa força” (Is 34,15).

Autor desconhecido

Escutar Deus no silêncio de todas as vozes

Deus nos fala através  dos símbolos, dos sinais, das mediações.  Uma comparação...“João  teve que ir à rodoviária para receber um tia do pai. Visto que não a conhecia, o pai deu a ele uma foto.
Quando chegou o ônibus, João foi conferindo as pessoas, foto na mão. Só um pequeno detalhe. A foto era de 40 anos atrás. No fim, por último, sai do ônibus uma senhora de idade. João pergunta mostrando a foto: “ Por acaso, a senhora viu se esta jovem estava no ônibus?”
 Ela sorriu e disse: “Esta jovem sou eu”! João olhou a pessoa, conferiu  com a foto e disse: “A senhora pode enganar os outros, mas não a mim!” ... Deixou a dona na rodoviária, voltou para casa e disse: “Pai, ela não chegou não. Acho que perdeu o ônibus!”
Foi a foto antiquada que impediu a João de reconhecer a tia do pai na rodoviária. João acreditava mais na imagem fixa do passado do que na palavra viva pronunciada no presente”.

Nós temos muitas fotos antiquadas de Deus na cabeça que bloqueiam tudo e nos impedem de reconhecer e escutar a viva voz de Deus na rodoviária da vida. Precisamos estar muito atentos/as no nosso dia a dia, no decorrer de nossa existência para não trocar o Deus vivo pela imagem de Deus, por mais bonitas que seja.

Muitas coisas dentro de mim fazem barulho... O que faço para diminuir o barulho dentro de mim? Verificar na vida pessoal:
  • Quais as diferentes imagens de Deus que tive ao longo dos anos, quais as mudanças que ocorreram em mim?
  • Ou continuo com minhas fotos antigas de Deus?

Há muitos tipos de silêncio:
     O  silêncio de uma sala de estudo ou biblioteca; o silêncio de hospital; o silêncio da noite ou da madrugada; o silêncio da natureza, o silêncio da morte; o silêncio que precede a tempestade; o silêncio do medo; o silêncio do censurado e do povo amordaçado; o silêncio do aluno que não sabe a resposta, o silêncio de ....

            A dimensão ativa do silêncio  consiste em fazer silenciar o barulho dentro de nós, os filtros, os enganos, os preconceitos, os controles, as falsas imagens de Deus e da vida que nos impedem de escutar

            Procure praticar a difícil arte do silêncio. Desligue-se das preocupações inúteis, das recordações amargas, das inquietações que povoam sua mente. Recolha-se no mais íntimo de si mesmo, mergulha no oceano de seu mistério  e descubra, lá no fundo, o Ser Vivo, o Deus Vivo no qual se fundamente sua origem. Muitas vezes é preciso nos afastar, desligar de tudo para poder enxergar melhor.
A humanidade corre o perigo de deturpar a verdadeira imagem de Deus. No lugar de sermos nós a imagem e semelhança de Deus, às vezes somos tentados a fazer Deus à nossa imagem e semelhança. O resultado é uma caricatura, um ídolo, um deus falso.

Conforme for a nossa experiência de Deus, ela vai marcado as nossas outras relações  com os outros, com o mundo e com a gente mesmo/(a).

·         Qual é a minha imagem de Deus?
·         A minha imagem de Deus é a que a Bíblia me revelou precisa ser purificada?

Texto iluminativo:

Eclo 17. 1 – 12   ------------ “Deu-lhes discernimento, língua, olhos, ouvidos, ...”

       Ir. Teresa Cristina Potrick, ISJ